escrever

cadastrar

pagar contas

tecer ódio

recorrer

remontar

esquentar

esquecer

prevaricar

esquecer

desmontar

derreter

escrever

estocar

organizar

padecer

falecer

merecer

prescrever

enxotar

encaixotar

merecer

resmungar

farejar

padecer

parecer

esmurrar

as facas, coladas nas paredes.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

vc pensa q não sabe eu não sei mesmo

Sinto muito não ter o dinheiro para pagar a luz
Mas aqui vai uma bela canção pra vc

Vários problema da submissão
Ao pai, ao patrão ao ser imaginário q rege os processo ao programador dos equipamento de cultura
Problemas da submissão contra o próprio trabalho, problemas de submissão ao capital ele mesmo

Em cima das nossas vida, eles vão subir uns presido de novo

Você vai morrer essa noite
Você vai morrer de dia
Você que não quis nascer
Estava no seu oráculo da maldade, suas escolhas incertas, suas escolas incertas, que ficção pariu você?

Vou me distanciavam até não mais cometer falta

caminho sobre a dor nestes prantos, voce sabe que isso eh o certo a ser fazer quando se póe em briga

e nunca anunciar o descompasso, erro da vida esse

não da mais palavra nessa arvore, nesse chão se maltrata flor

a fome acaba, e acaba também a fé

sumiram tudo de voce, e nao poderiam estar mais enganades

como vc vai processar o verao?

voce pode, mas no caminho dos que estao pela manutenção já não sei mais porque da vida, oremos

voce pode terminar esse tempo da respiração

mas daí o que será voce

correndo a luz, no automático

querendo a satisfação em existir, puxado esse gole

fazendo alguém sentir consternação

nada por vontade/tudo por necessidade

a vida cocococomo um acessório de qualquer sensação aleatória

deixar vir tudos as palavras ruis até as bas aparecerem

Sim nós checamos, o corpo está Aqui
Mas ele sabe o q fazer?
Ele sabe o q fazer. Ele só não sabe o q sentir, enquanto faz.

quem volta machucado toda hora

eu gostava de fuder, esta era a minha habilidade

agora eu apenas fico irritada sempre

e com dor de estomago

procurando memórias de trabalhos de décadas atrás

Uma tontura gigante derivada do fato de vc esquecer se momentaneamente o q é a vida
Pra q serve o mundo
A q custo
Nunca teve, nunca entendeu de verdade
Nunca soube pra q se preste

Começando a desenhar trajetórias oblíquas no enunciado
Perpendicular aparição de senso

Há imagens da infância mais banal transferência nos sonhos

Aquilo que parece comum

Conhecer conceitos como a burocracia da violência

fico rindo a toa em casa sozinha

vá à tudo que se solte

deixa no caminho certo a exatidão

não foi por pouco, nada, tu sabe porque a trajetória

deixa a caminha louca na [agua, pra levar vocë lavada pra outromundo

essa mania agora banhan exa.us.tidão

vc vai errá e vai cresce

depende das horas dos dias faze cada coisa qual

leu rompe a imagem pra mim como sempre

essa imagem de desespero

eu olhando por outra parte da situação vejo a cria me tirando dos destroço de um ser humano despedaçavel entre um voo- parto

eu, na ocasião

ainda agora me arranca, como por outro olho, da maternidade compulsória que trabalho

não é nesse caso e não mais estranhamente explica

minha avassaladora solidão quando ele está longe

isso é o inenarrável da mãe

apenas é

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

. t. cumin deitada morre

seu lugar de contentamento no mundo não é uma experiencia que se trata apenas de vc

mas é

me sinto doente a maior parte do tempo, há tanto

não preciso mais quantificar

cabaram as lágrimas, reparei

fico besta como que minhas mãos, num emaranhado de poder do bom, puderam esticar sobre aquele afeto

as minhas mãos nas costas da mana, caiu aquele barulho de alívio produzido pelo egoísmo dum macho alheio

ruminei aquela noite inteira o egoísmo daquele macho alheio, aquele macho família, ocupando nossas quatro vidas debruçadas sob a situação

eu admito que entendi quase tudo errado sobre a vida até aqui

mas não creio que me sentisse mais segura ou tranquila se tivesse entendido certo

nessa doençona loka que é a vida na terra

não queria aprender a agir certo

portanto vá viver uma história

sem menos susto, mas digna, mais calma, menos bélica, menos torpe, mais sonsa, menos fogo,

mais crise, mais sono, menos sono

não será eu

o desfecho do trabalho parte da minha mão sem mistérios: eu sou cria da vida tbm

acaba trabalha comigo com isso e à parte

acaba esse ácido cheiro meu

em mim que cheira

acaba canção com esse ódio

atualizar as configuraçoes de santa

tu já imaginou puta robada a vida da santa viva?

serena por dentro das cabeça dela até

até com teto elas sofre

a depressão delas chama chagas

mente, canta, olha as santa tudo vomitando no passado

os presságio dava mó b.o na mente

os estomago tudo ocupado das santa esperando os filho de deus

já penso pq q é que tinha que coloca as função tudo nessas mulher próxima de deus

que sei por alto tudo que sei

eu dormia na missa, só decantava o pior das palavra ni mim

uma trabalhadora doméstica, uma sexual, uma mãe

tão lá repondo a história de tudo sempre, sempre envolta de deus

ocupando de detalhes que botaram na cabeça dele que ele precisava e quer

mudar a minha vida de um jeito piorado

que nem quando falam q virou crente com mais pesar q se era craquero

à revelia da história, deus não funciona.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

vai voce

assim, doismiledoze, voce, seis meses depois seu emprego não existe mais

Sem sucesso

Tentar

A calma no respirar, eu to aqui, fica calma

tenta ficar calma

olha pra mim

Exercitar tudo na mente sobre o que poderia trazer a vida melhor

Vai ter que aprender a ser digna pra que suportar sua existência

Como dói a palavra ilusão

Sua ilusão

Como dói ouvir de quem era a vida sobre a sua loucura

Agora que falar como se sente resultado da minha própria sedução de si

O universo reverso invadindo a visão real

Não cabular na história

Como é bom não respirar sozinha a parte podre da vida

De como vc sonhou esta noite com cômodos úmidos e apertados e não sentiu incômodos

Queria saber se vamos frequentar um lugar onde cabe dançar juntas, apesar da dor

Eu velha maconhada

Ela medicada

Ver nossas vida aqui muitos ani ela me xingando talvez ela doente talvez eu ambas

Queria espiar no futuro pela fechadura da chave pix

E rir das memória um pouco

Falam das doenças da moral, não falam das doenças da moral
Pensamos nesse sentido um mal muito distante né
um pastor, sua família, qualquer outre longe
Quando vai ver tá nois afundando a mão na cabeça dos outros, matando por problemas da moral
Aprender a ler as pessoas, urgente

em cinco milhões

absolutamente nada pra ver aqui

nem sopro de lembrança de bafo da nossa miserável presença

e eu ainda tenho que esconder as minhas vergonhas

nem que não haja

nem que tudo suma

voces que se esquivam quando o abismo que é o outre causa tontura

não merecem que eu mude

eu mesma não mereço mudar

não pareço mudar

acho esquisitíssimo que o autoódio que vem de mim por fora

me cause convicção

acho estranhíssimo que o amor que tenha me tornado quem eu sou

só se espante da coisa sair do seus rumos em seus termos

estamos espantados

com o gato que sobe no telhado

e volta grávido

toda pureza maculada nos bota num incrível panico sobre o que tem de indefeso e puto em todes nós mesmes

voces que me querem restituída na dignidade

não vai dar

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Nada que o tempo

Minha vida não é poesia

A maldade não existe, eu não acredito nela como uma coisa.

Não gosto de falar

Minha barriga ainda dói

Creio q quisesse se esconder de algo

Se esconder de si e do desejo

Fui não há nada além de chorar.

não vinham as lágrimas

Só um de

Tempo

Uma forma radical de fisting conhecida como maternidade
Tenho aquele corpo de quem já teve um ser humano inteiro dentro de si
Mais audível
Eu faço a pirueta duas precisar estar constantemente causando emoção ao útero
Pode ser outra parte do corpo também claro que pode
Que te está sempre pegando fogo de emoção relação ao desejo de mim
Como o mel
: Quem sabe

[Talita: Uma versão
[ Uma visão desatualizada de si
Ficar com muito medo, fechar as janelas, será a medicação?
[25/6 10:21] Talita: Essa sensação estranha sobre a pele
[25/6 10:21] Talita: E uma paisagem luminária
[25/6 12:37] Talita: Um lugar onde se empolgam muito com um presépio feio, não vai aceitar bem os seus decote
Quero amor escrito com letra de pixo
Tento não trabalhar
Não transparecer
Insistir na vida só mais esse mês
Fico tonta
Tento escrever na mão
Nós pé
No joelho
Tento ficar menos tonta
: Encarar a vida
Encostar a mão nas onça: Dispensar
Volte para o filho
Volte para o fim
Volte para o filme
Espera para o espaço
Segura para o troço
Não é a hora ainda
De se dedicar ao corpo
[28/6 19:16] Talita: Amarrada a fome a ansiedade a aspereza da vida
Fui estuprada no trabalho
Volta para compor comigo
O passado quando ele for bom,ainda dá!
[28/6 19:16] Talita: Me vi na fita e acho que posso

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

escrita do nome

sentar

escrever

escrevir

sentar

sentir

senir

estudo combina com chão sujo

daí a cabeça, ela não vai conseguir sabe

chegar até a ação das idéia

a cabeça deliberada pesa sobre os lados

tinham palavras escritas e também obstáculos

miservavél eu

não abro nunca não encaixo

tenho febre depois dos dissabores

Uma leserinha de desmaio q eu gosto até

conciliar com representação, tudo o que se sabe

fazer parecer que está agindo certo

Um ótimo lugar para recrutar pessoas: o atordoamento
Um péssimo lugar para ser recrutado: o atordoamento

Foi isso q me ensinaram
Estamos cuidando com ela

Que cidade
Esse trem de ferro
Preferem colocar uma moedinha ni você
Do que ouvir oq vc tem evocar

e se vc disser que ela é miragem

como eu respondo?

se vc olhar, ora mim, pra ela e ver miragem

como me defendo da autoilusão?

e como eu respiro, miragem sendo?

palavras não vão ajudar voce

é parte do tudo

é desacostumação

é ir até a cidade vizinha chorar no portão da vó que morreu

apresentamos as paradas todas no fim

não esqueçamos

aceita a história que te ensina mas ensina ela também

ensina a sua história que ela também é sua

queima sua apólice cotidiana nesse pacto colonial

sobre ser eu espero

lamuriarme menos

em menos de um mes

sua experiencia de autocuidado e substancia

te abandona como tudo

nem mesmo que eu me engane

essa quantidade que o sonho do som mudou

não vou repetir os manifestos

e nem mais prever

com que quantidade de parágrafos vai acalmar esse coração tosquerae

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

anjos a dançar na cabeça de um alfinete

procuro pelo meu cérebro em outros aplicativos: qual deles está me reconhecendo melhor?

as vontades aplicadas na necessidade de intersecção

trinta e quatro anos atrás

profetizaram que eu daria trabalho

profetizaram que eu daria trabalho

voce digita com a parte de trás dos seus olhos repuxando um pouco para dentro em sinal de demolição

a cada letra ou a cada palavra?

a cada letra

vais à estas ideias que te confundem muito

elas quererão te espremer

não te deixa achanhar por elas

são espertas, mas traiçoeiras

as suas ideias que te confundem muito vendiam bíblias falsas na estação da Sé

qualquer coisa que eu corto é corriqueira

EU FUI CANSANDO DE TODAS AS MINHAS PRÓPRIAS REGRAS SOBRE A VIDA

fui parar de tomar as medidas desnecessárias para retomar o fracasso

parar de retomar o fracasso

parar de retomar o

nem eu sabia que ele ia morar ali

ele foi um filho infernal

ele era um imbecil

não

dessa vez brincando eu to chegando

abro a porta fecho a porta ouço mensagem gravo mensagem consigo comer não consigo comer sinto calma falta a calma nunca sinto sucesso a palavra não orna em mim sinto rotina rotina eu sinto ouço avião imito o avião consigo conviver não consigo conviver durmo

durmo durmo durmo sonho acordo asonho cordo murdo corro corro corro murno

sonho sonho sonho acordo consigo dormir consigo escrever consigo prever

sonho sonho scordo murdo consigo dormir

consigo querer

tremo

tremo de um jeito ruim: palpitante, descrente, insone

tremo de um jeito bom: deitada de olhos fechados só com as pernas em cima de um homem que em geral eu é quem faço a massagem ele massageia só as canelas e as batatas das pernas depois de ter minha barriga

ele não sabe mas eu queria muito ter um amigo

minhas peles tremem ele ri

“- O que foi?”

nada são só as sensações

permeando essa rotina de me jogar longe das situações

as sensação tell me jogado tonge das situação

sigo tremendo por dentro enquanto falo penso sentido das palavra tem sido atravessado também a situação de escrever também se ve longe quando sensibilizada no corpo

ele se assusta que eu também sinta

roteiro para uma peça escangalhada,”

(grava mensagem no celular)

-tá uma noite linda né

(abre uma cerveja, toma um gole. se olha no espelho, coloca a mão na cintura mecanicamente, sorri mecanicamente, solta uma fumaça, relaxa.)

(do nada volta a agir com “naturalidade”)

(se agacha, afasta a calcinha, fica de frente para um espelho-moldura. aquilo que deveria ser a imagem refletida é o público que assiste).

(mostrar a genitália em público no privado da escrita)

(que pouca audácia)

corri atrás daquela menina pra perguntar se ela era promoter de tapauere ou ibuprufeno. as coisas sagradas da malícia também. não soube me dizer, ficou esperando passar o trem por causa do barulho pra responder, ficou de boca aberta na minha frente indicando por vários segundos sua intenção em opinar, e enquanto eu olhei para o lado pra buscar o olhar de um estranho qualquer no trem que por um pouco pára como eu faço sempre, como eu corro sempre o olhar nas cenas do trabalho, seja do sonho, seja da vida, é pretério, omitir deixando de lado por que não a calcinha na foto pra encharcar os corações todes não importa quem

aquilo que nunca vimos

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Dispraxia

não há mais rascunhos para terminar voce, agora solta o ar preso nas palavra

é uma sociedade dos talento talvez essa

do capital-lampada

e estão todes desnorteados

dispersos

roleiros

o que voce é a toda hora decai

e atrai também

o que os outres são é um mistério

eles tbm se desconhecem toda vez pra se encontrar

vamos retornar à atmosfera do encontro

do quando nunca houvera ruim

só há o ar que eu mastigo nas memórias

ele me fez um escalda pés na segunda noite em sua casa

(mudança de pessoa no grau atual, reconheça seus critérios, muita coisa pra escrever)

muita coisa pra esquecer de uma vez

retornar figurativamente ao acesso sobre nossos corpos

usar um véu amarelo dourado espesso para recompor as preferidas situação

retomar o que se é

fazia esse exercício quando se esquivou de si

esquivoou-se deliciosamente de si, que é hemisfério

e qual a sua ação no sentido de tentar sanar a ferida? pensou nisso enquanto gozava na cara dos outros?

eu estava vivendo, agora só escrever

muito pouco tempo da escassez pra concatenar o que há de perigo na vida

o que há de moroso

permanece essa flutuação pronunciada que é submergir em si

recompor em blocos as sensação tudo

carimbar com o sal da memória

descolorir as atmosferas

sermos cautelosos

já não há mais nada a fazer

preferir a segurança do desencontro do que ter que se deparar com a hipótese

imaterial

do desencontro

submergir à própria pira

uma pira quentinha, é verdade

amiga, conselheira

essas pira que nunca abandona a gente

dar adeus às coisas passando, eu quero

reverter, desreverter

ver, desver

o que foi o sol e o céu sobre nossos ossos todo esse tempo?

o que foi seu cheiro, meu abraço nossa promessa de revolucionar

não há ficção.

sobre o que é certo ser, também não há um definitivo, um certo olhar sobre si

janta seus pedaços

não me sinto mais abandonada

não me sinto como a puta à quem foi negado o amor

não

inicio por entender que em minha trajetória há um grande panico em instaurar

uma casa com filho, homem e pai

meu pai. meu panico.

a maternidade me salvou de mim

a maternidade me afundou em mim

de novo, não há mistério, essa é a situação

armada de si mesma, descabida nas tretas dos outres

queria comer maçã no fundo do mar

vão dizer que eu não posso

queria acolher as minhas próprias hipóteses sobre eu

envelhecida e eternizada pelo sucesso transformado em agora

olha para o céu, rasteja essas outras aves arvores

retorna ao seu céu agora.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

flor, remédio, porta da escola é eu

palavras não vão, isso é certo, calmo como o trauma

torto como o trauma

tosco como o trauma

chega forte o trovão da mudança. se eu não quero ele não abala essa contundência que encontrei longe do teto, no lugar

formas de dizer sobre a demolição da casinha ao meu redor:

-ultrapassar a própria noção de arte

-o problema é que todo mundo quer ser crível meu amor. querer parecer alguém que faz sentido no mundo é uma ilusãozona.

dá pra gente recolher todas as nossas lágrimas nesse caminhar. eu quero voce e eu junte sem nenhuma pretensão de dar certo. quero apenas dar, rs.

Molha tudo
Molha o município molha a sua fama
De mulher molhada
Esquece tudo de uma vez
Deixa derreter debaixo da língua
Vc sabe tudo sobre vc
Opiniões constantinas
Um órgão exigente, o órgão mais exigente.
Desorganiza sempre que me pode
Acelera o tempo,me mexe, me dói

molha onde dói

muda o onde dói

refaz essas conexão

tira o pai do teatrinho

como se nunca houvesse

Ontem me exigiu dez reais de chocolate
órgão.nizado em cima de mim,

um órgão que já me tirou muitas noites de sono

carimba minha emoção e me faz refém
A lembrança ontem do pai indo a porta da escola na infância
No meio do processo da separação
É uma das memórias mais aterrorizante que tenho lembrança
É tão terrível que eu não sei se aconteceu de verdade
Ou se partes de mim deliraram aquele episódio por precaução
Pra saber que cor teriam as minhas lágrimas naquele momento

E quão chateado o pai ficara ao se perceber monstruoso, mesmo sóbrio
Nada de bom aqui.
Nem eu mesma.
Como vou me anestesiar disso agora
Como vou, cansada e bem quieta?
Como vou morta?
Recusada da vida doutres as vezes apenas.
Isso é bom parâmetro.
Se alguém não te aceita, melhor que seja logo à vista.
Terrível suportar a farinha do desprezo à prazo.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

adicionar pesares

exposta ao cansaço de dores sem crime

descansada no acorde do acordo do velho trato

nunca meu

redigida com pressa nessa palavra sem endereçamento

tem um panico nessa história aí

vermes da solidão dum cansaço torpe e agora

inimiga da história

dormi errado

dormi torto

dormi gato

mamei até quase um ano de idade

ontem

levar um tapão, não entender porque

acordei com os homens destilando imperativos

querendo antes, agora! mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais,mais

seus patrão também, notam?

mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais

e só assim eles dando de si mais e mais e mais e mais e mais

eles poderão exigir de mim e continuam

não vou repetir já cansei

minha própria voz enche-me também

às vezes até obstacula minha proposição

palavra falante aqui fica martela

esvazia o futuro que me tinha pra vir

minha própria opinião

e noto a pressão grande no espaço

do que eu preciso pensar

eles não querem que eu reflita

no espaço de tempo que eles mesmos não tiveram

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário